Tuesday, August 05, 2008

Words for what?

Photobucket

Thanks Marcinha!

Sunday, August 03, 2008

Sunday, June 29, 2008

Sunday, June 15, 2008

Lindo!

Secrets...

Wednesday, March 26, 2008

Friday, March 21, 2008

Thank You for a Beautiful Day...



Uma Páscoa Feliz...

...repleta de Miminhos!

Tuesday, March 04, 2008

Don't Worry, Be Happy...

...because I love you! xxx

Wednesday, February 06, 2008

My little pavlova

Individual pavlovas at EQ Cafebar. Photo: Drew Ryan


Hmmm! ... My little pavlova. You're delicious.

Tuesday, January 22, 2008

Música também pode ser miminhos

Digam que a música clássica é so para eruditos. Uma maravilha!

Saturday, January 19, 2008

Thursday, January 17, 2008

Estrela da Tarde

Carlos do Carmo interpreta Estrela da Tarde, um poema extraordinário de José Carlos Ary dos Santos, que recordamos aqui na passagem do 24ºaniversário da morte do poeta.

Thursday, January 10, 2008

You and I

Being with you kills me. But if I'm not with you, I will kill myself, anyway.
So, I die, one way or the other!

Sunday, December 23, 2007

Natal - Miguel Torga


Nasce mais uma vez,
Menino Deus!
Não faltes, que me faltas
Neste inverno gelado.
Nasce nu e sagrado
No meu poema,
Se não tens um presépio
Mais agasalhado.
Nasce e fica comigo
Secretamente,
Até que eu, infiel, te denuncie
Aos Herodes do mundo.
Até que eu, incapaz
de me calar
devasse os versos e destrua a paz
que agora sinto, só de te sonhar

Coimbra, 24 de Dezembro de 1987
Miguel Torga

in Miguel Torga, Poesia Completa, Publicações Dom Quixote

Friday, December 07, 2007

Volúpia - Florbela Espanca


Florbela Espanca nasceu em 8 de Dezembro (1894) e quiz morrer em 8 de Dezembro (1930). Neste 8 de Dezembro recordemos a sua poesia

No divino impudor da mocidade,
Nesse êxtase pagão que vence a sorte,
Num frémito vibrante de ansiedade,
Dou-te o meu corpo prometido à morte!

A sombra entre a mentira e a verdade...
A núvem que arrastou o vento norte...
- Meu corpo! Trago nele um vinho forte:
Meus beijos de volúpia e de maldade!

Trago dálias vermelhas no regaço...
São os dedos do sol quando te abraço,
Cravados no teu peito como lanças!

E do meu corpo os leves arabescos
Vão-te envolvendo em círculos dantescos
Felinamente, em voluptuosas danças...

Florbela Espanca